Capital Quântico III o Medo de mostrar que você é Bom

Mais uma vez estou aqui para trazer mais um breve artigo da série Capital Quântico.

Em minhas Sessões Quânticas do Self oriento pessoas de todo o meio corporativo e das mais variadas profissões de subsistência aqui no Planeta de Água.

E claro, as trocas e suportes contínuos abordam todo a estrutura do Ser e quaisquer experiências que precisam ser trabalhadas. Um fato que é reincidente em meus atendimentos também é a dificuldade que meus Selfs me traziam em transpor ao meio em que estão inseridos(as) as suas qualificações, habilidades, competências e expertises.

O ponto a ser trazido a luz do esclarecimento é o Medo que eles tem de mostrar que são bons no que fazem.

O mercado exige muito e cada vez mais de um currículo extremamente impecável, aperfeiçoamentos recentes, além
das habilidades emocionais ligados ao trato com colegas na gestão de equipes e liderança.

Pois bem, na teoria tudo são rosas não é?!

Sim, as pessoas e  profissionais que me trouxeram este tipo de aflição tinham e ainda tem um portfólio de expertises acima da média. Mas o que mais o intimidam são espinhos. Espinhos que sangraram e sangram quando ao expor seus talentos, fecundam ardentemente em suas interações profissionais.
De ambos os lados, ataques de superiores para o seu subordinado e de colegas entre colegas. O ancestral medo de que o outro se sobressaia e se destaque, provocando o desespero de mentes mais melindrosas e carentes de
iluminação.

No presente artigo descrevo tal situação advinda do meio corporativo, porém sabemos que estes Estados do Ser presentes na dualidade em área negativa existem em qualquer trâmite onde o ser humano interage. Pois é algo a ser trabalhado, interiormente por quem o sente e a ser trabalhado para quem está em contato com tais comportamentos.

O medo invade os corações e a mente de quem sabe que foi severamente bloqueado ao demonstrar a sua ideia mais genial.

Outros tiveram a sua invenção tomada pelo seu superior e nem sequer o inventor foi citado como idealizador
do projeto. Outros receberam um olhar e traços de insatisfação cheio de obscuridade. Sem contar com o ato de
marginilização aos quais são submetidos ao serem excluídos e ignorados do convívio para suas contribuições.

Assim, este Ser vai desabrochando. Só em pensar no dia seguinte, sente um peso enorme em suas costas, suas pernas se arrastam como se puxassem sacos de areia.

Dores de cabeça?!

Ah…esta dor os visita nos finais de semana, nos dias em que podiam se recarregar, mas a somatização de todos os miasmas, forma-pensamento e energias mentais a eles enviados, se rebelam no seu descanso semanal.

E aí vem, a depressão, a ansiedade e o medo.

O medo começa a crescer de tal forma que se cala. O profissional sabe o melhor caminho para resolver algo que para ele é simples, pois ele tem a resposta, estudou muito para isto. Ele vê o chefe e ou o colega se debatendo para achar soluções, e ele(a) com medo tranca em sua mente o coringa que mais uma vez não é descartado para a cartada da vitória.

O que é extremamente preocupante é quando o Ser guarda palavras e o conhecimento que tem e que estão prontos a serem contextualizados e compartilhados.

Esta trava emocional traz inúmeras doenças orgânicas, mentais e energéticas. Esta prisão mental faz com que sua energia de todos os seus campos, comecem a sucumbir. E pelo medo de perderem suas posições e ou não encontrarem outra oportunidade, resistem ao auto-sacrifício.

Sabemos porém, que existem corporações e corporações, equipes e equipes, pessoas e pessoas dos mais diversos graus de consciência. Mas trouxe este fato real que ainda se escondem como barbáries atrás dos mais altos e belos
prédios e vidros espelhados.
Cabe aos profissionais e pessoas que estão passando por esta dificuldade, quer seja no trabalho, com a família,
relacionamentos e na sociedade, busquem ajuda e orientação com profissionais. É sério e em grandes proporções.

O Ser precisa ser ouvido e tratado com respeito e carinho.

Sua energia precisa ser automaticamente reposta e equalizada. Sua autoestima, valores, ego, posição, comportamento, pontuados e levados ao equilíbrio.
Falo muito em programação existencial pois cada um de nós tem um script. Vários ciclos, etapas e desafios para serem aprendidos, superados e ultrapassados. Quando sentimos dor é um sinal. Um sinal que aquela situação chegou ao fim.

Aquela egrégora você do ambiente que está é muito diferente da sua energia. É óleo na água. Não mistura. 

“O que você acha em colocar mais ação em seu livre arbítrio e desbravar novos horizontes? Para você parece um sinal?!”

Quanto mais buscamos o autoconhecimento mais nos distanciamos do sofrimento.
Para que assim você Viva o seu Self!

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Graziela Rocha Raymundo

#fatorsyn!

Graziela Rocha Raymundo

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