Como transformar líderes e gestores em espelhos cognitivos nas suas equipes

Um dos grandes desafios encontrados nas empresas é liderar e gerenciar equipes ao coligá-las com as exposições nas lideranças apresentadas nas gestões.

Muitas delas são entendidas erroneamente na administração das tarefas, onde ouvir tornou-se um contraponto desafiante a ser estudado e aprimorado no convívio de todos nas empresas.

Consequentemente muitos ruídos são amplificados pelas incompreensões geradas nas equipes, cujos erros são repetidos (aumento do stress no trabalho, atitudes agressivas gratuitas e perdas emocionais) pelas atividades realizadas.

Recente pesquisa publicada no portal da Deloitte pela autora Roberta Yoshida,

mostra que 80% (oitenta por cento) dos participantes no universo de 10 mil líderes de negócios e de recursos humanos em 117 países comprovaram, que a diversificação é o caminho a ser trilhado, ou seja, trabalhar as emoções nas equipes e melhorar o estado de “ser” ao respeitar os limites e dar suporte para ajudá-los a ampliar suas dificuldades nas tarefas proporcionadas.

Os resultados apurados nesta pesquisa comprovam a necessidade de arregaçar as mangas e coragem para virar a chave ao compreender as pessoas.

Brilhantemente Augusto Cury, apresenta uma frase fantástica e com reflexões cognitivas sobre a gestão, quanto aos erros e fracassos.

Sábio é o ser humano que tem coragem de ir diante do espelho da sua alma para reconhecer seus erros e fracassos e utilizá-los para plantar as mais belas sementes no terreno de sua inteligência. Augusto Cury

A pesquisa também mostra a necessidade de agregar os espelhos conectores a todos nas equipes e melhorar as relações sociais nas gestões e líderes, desta forma, vamos evoluir, quanto a valorização dos talentos. Muitos são perdidos, por não estarem preparados para trabalharem com pressões emocionais e possíveis ruídos ao verticalizarem com os experientes.

Como especialista lúdico e consultor cognitivo, percebo essas interferências ditas por Cury, nas gestões em suas lideranças, em que muitos líderes perdem seus talentos pelas divergências sociais e emocionais. Promovidas diariamente no trabalho, cujos espelhos são compartilhados e distorcidos por não entenderem as lentes usadas.

Quando conversamos sobre divergências sociais e as emoções cognitivas produzidas. Um nome da sétima arte precisa ser referenciado e aplaudido de pé. O sul coreano Bong Joon-ho, diretor e escritor de obras primas como Expresso do AmanhãHospedeiroOkja e o mais recente o espetacular Parasita.

Vencedor de Melhor Filme Estrangeiro no Globo de Ouro de 2020 e Palma de Ouro no Festival de Cannes em 2019. Todos esses prêmios credencia Bong Joon-ho a favorito ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 2021.

Nesta segunda-feira (13/01), a academia do Oscar divulgou os candidatos à estatueta de 2020. O filme Parasita de Bong Joon-ho, pode ser a grande surpresa deste ano, com indicações 6 (seis) categorias (diretor, filme, filme estrangeiro, roteiro original, edição e direção de arte), algo inédito para o cinema sul-coreano.

O sucesso alcançado por Bong Joon-ho no cinema expandiu para as séries. A primeira pela TBS, no enigmático e surpreendente Expresso do Amanhã. Recentemente a HBO, entrou numa disputa milionária com a Netflix, ao adquirir os direitos de Parasita.

Mas, por que destacar as obras de Bong Joon-ho neste artigo e correlacioná-lo com as divergências na arte de gerir pessoas nas empresas?

Para não dar spoilers sobre Parasita, é um filme, que precisa ser visto, refletido e revisto. Repleto de sinais cognitivos por questionar, no que fazemos aos semelhantes. Espelhos de uma sociedade perdida em atos e ações.

Pequeno resumo de Parasita:

Uma família vive num porão sujo e apertado, onde todos estão desempregados. Mas num momento de sorte o filho Ki-woo percebe uma oportunidade em dar aulas de inglês para uma garota de família rica. O luxo o fascina e arquiteta um plano para agregar seus familiares naquela sociedade burguesa, porém os contrastes sociais vão levá-los a dilemas desafiadores e inimagináveis.

Acompanhe o trailer que foi compartilhado do canal TrailersBR no Youtube.

Bong Joon-ho e Augusto Cury, mostram um viés dolorido em suas escolas culturais e propõe reflexões ao quebrar esses paradigmas, quanto as relações sociais geradas nas gestões de pessoas nas empresas,e podem causar traumas emocionais preocupantes.

Mas, como alinhar esses espelhos?

Precisamos ter a coragem de juntar os cacos, estudar os erros e reconstruir os espelhos ao limpar às lentes refletidas, senão vamos continuar a perder talentos, frustrar equipes e causar um caos emocional desafiador, onde muitos líderes e gestores estão perdidos no entendimento pelas conexões cognitivas compartilhadas e geradas.

Será, que estamos órfãos de líderes e gestores, que cuidem de suas equipes?

No filme Alexandre de 2004, do diretor Oliver Stone, nos presenteia com um trecho sensacional, cujos alunos escutam com sabedoria e questionam Aristóteles, quanto as atitudes de liderança e compartilhar o saber. Neste cenário a filosofia proporciona uma linda face ao desafiar e melhorar o estado de ser nas gestões, líderes e equipes.

Precisamos, que os líderes possam agregar a premissa de ouvir a todos na equipe!

É com o coração que se vê corretamente; o essencial é Invisível aos olhos (Antoine de Saint-Exupéry, O Pequeno Príncipe).

Podemos ser melhores, quando agregamos a premissa de compartilhar o saber, se jogue!

Agora se possível nos ajude, deixando seus comentários aqui no blog:

Como diminuir e melhorar as divergências ocorridas nas empresas e na vida?

Sua participação nesse debate auxilia a lapidar as lentes compartilhadas nos semelhantes e refletida a nós.

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Para solicitar minhas mentorias, acesse:

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#fatorsyn!

Dênis Aquino de Castro

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