Governança corporativa e a sustentabilidade empresarial

A partir da sugestão sobre o tema, gostaria de trazer alguns elementos para mitigação de RISCOS EMPRESARIAIS na prevenção de FRAUDES, ROUBOS E DESVIOS DE RECURSOS nas organizações dos mais diferentes ramos, origem de capital e porte.

Para dar substância nesta abordagem, a despeito dos custos envolvidos com

Compliance e Disclousure

constante no artigo de TRINDADE, Luana Zanetti &BIALOSKORSKI Neto, Sigismundo, ANÁLISE E PERCEPÇÃO DOS CUSTOS DAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA CORPORATIVA: UM ESTUDO DE CASO. UFC-CONTEXTUS Revista Contemporânea de Economia e Gestão. Vol 12 – Nº 2 – set/dez 2014. Sem sobra de dúvida, traz conforto no processo de gestão mais eficiente e da Governança Corporativa das entidades com ou sem fins lucrativos, pois nenhuma está imune ao processo de Desvios de Ativos, Gastos Indevidos, Alteração/Acréscimo de Passivos e Perdas de Receitas/Recebimentos através de concessão de descontos, mesmo que todas as operações descritas estejam baseadas em Contratos e Processos Licitatórios.

Fraudes, Desvios, Erros e Corrupção

No que diz respeito a Fraudes, Desvios, Erros e Corrupção, mesmo com o advento da Lei 12846 de 1/ago/2013,  que foi regulamentada pelo Decreto 8420 de 18/mar/2015, podemos observar que tais marcos regulatórios buscam evitar a corrupção de entes públicos ou de instituições que são beneficiárias de recursos Federais, Estaduais ou Municipais ou das administrações indiretas.

Porém, vale a pena destacar que normas legais como estas não se aplicam a desvios de conduta de contratantes de empresas privadas, no entanto a Gestão de Riscos Operacionais deve criar normas e procedimentos para que as entradas e saídas de recursos sejam cobertas de segurança e processos tenham lisura e rastreabilidade, bem como os procedimentos de ERP – Sistema de Gestão Integrado sejam barreiras para ocorrência de Fraudes e Desvios de recursos.

Um dos motivos das falhas nos processos e vulnerabilidade nas normas e procedimentos refere-se à falta de mão de obra capacitada, pois como mencionado no trabalho de CALDAS, Luis Alberto de Carvalho; SORATTO, Alexandre Nixon e POHLMANN, Omer, Monitoramento na Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade do Inmetro, divulgado no II SEMINÁRIO DA REDE BRASILEIRA DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO-Fortaleza, Jun/2010, que na página 15 observa que tais gastos devem ser considerados como investimento em treinamento.

Observo que na reportagem de 27/set/2015 do FANTÁSTICO, no quadro Chefe Espião, onde o diretor Pedro Stivalli, ao atuar disfarçado no “chão de fábrica” , além de ouvir sugestões também recebe orientação de preenchimento de formulário com qualquer valor, pois o orientador não sabia como preencher corretamente.

Para concluir, vale trazer o objetivo da

ONU: AGENDA 2030

que especificamente traz: 16.5 Reduzir substancialmente a corrupção e o suborno em todas as suas formas.

Para maiores informações, entre em contato com a FATORSYN! mentoria e ead profissional

Luiz Roberto Nascimento

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